Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.
Pablo Neruda
domingo, 10 de junho de 2007
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Somos folhas breves onde dormem as aves de sombra e solidão. Somos só folhas e o seu rumor Inseguros, incapazes de ser flor até a brisa nos perturba e faz tremer. Por isso, cada gesto que fazemos, cada ave se transforma noutro ser Eugénio de Andrade
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